O Correio da Manha acusa Cristiano Ronaldo de cometer um crime

O correio da manha acabou de publicar uma noticia a acusar o nosso craque Cristiano Ronaldo de um crime de atentado à liberdade de informação.

Henrique Pires Teixeira, o presidente da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista, afirma que atirar o microfone do jornalista ao lago de Lyon foi um crime á liberdade de informação.

“Está em causa um crime de atentado à liberdade de informação. O jornalista da CMTV estava a trabalhar e a cumprir a sua função. Só resta saber se Ronaldo agiu com intenção de o impedir de informar ou se havia alguma picardia anterior entre ambos. Trata-se de um crime público e o Ministério Público terá de investigar”, foi a afirmação deste senhor.

O sensacionalismo que tornam tudo que o Cristiano Ronaldo tem tornado a situação ridícula, com acusações contra o craque português.

“É um comportamento não adequado, muito menos por parte do capitão da seleção nacional. O que torna ainda mais grave é ter sido um ato agressivo levado a cabo pelo capitão. Mesmo que não se pudessem colocar questões, não devia responder com agressividade. A atitude não constitui uma violação, mas sim um atropelo à liberdade de imprensa e um crime de dano, caso o microfone tenha ficado danificado”, salientou Luís Filipe Simões, jornalista do diário A Bola e que faz parte da direção do Sindicato de Jornalistas

Sim o jogador vai se importar muito em pagar uns 100 euros que seja no custo do microfone danificado…


Cristiano Ronaldo atira microfone da CMTV para… por reikoshayan

Só que o que estes senhores se esquecem é o caso da condenação do Jornal Correio da Manha e da ama de Cristiano Ronaldo Junior por crime de devassa da vida privada agravada, por causa de uma notícia sobre a mãe do filho do futebolista Cristiano Ronaldo.

As relações entre o jogador e jornal estão completamente cortadas, e o facto de eles insistirem em invadir a privacidade do jogador já não é liberdade de imprensa mas sim tirar o direito a integridade de privacidade, nem tudo tem “interesse público legítimo e relevante”.